BIOTECNOLOGIA

A Campo Biotecnologia Vegetal, empresa nacional de capital privado, foi criada em 1991, em Paracatu-MG, com a missão de oferecer aos agricultores brasileiros mudas de alta qualidade que atendessem aos padrões de excelência do mercado nacional e internacional. Sua atuação  contribui  para o fortalecimento da agricultura sustentável, do ponto de vista social, econômico e ambiental, mediante aplicação das ferramentas da moderna biotecnologia. Em 1998, a convite da EMBRAPA, firmou parceria, e juntamente com a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agropecuário – EBDA, foi criada a primeira filial, chamada de “Biofábrica”, em Cruz das Almas-BA. Por meio de Contrato de Cooperação Técnica com a Embrapa Mandioca e Fruticultura, foi viabilizado o acesso e a validação da tecnologia gerada pela EMBRAPA na produção de novos híbridos de bananeira e abacaxizeiro resistentes às principais pragas que comprometem essas duas culturas no Brasil.

Serviços


A Biotecnologia Vegetal fornece todas as informações necessárias para a aclimatação das mudas e o plantio no campo.

Assistência Técnica

A Campo Biotecnologia Vegetal possui o Programa de Assistência Técnica Pós - Venda, que o agricultor pode contratar, quando efetua a compra das mudas. Nesse serviço, a equipe técnica, apoiada pela estrutura do Grupo Campo, acompanha o desenvolvimento das mudas desde a entrega no viveiro até a produção da primeira colheita, garantindo o sucesso do investimento do agricultor.

Multiplicação de mudas

As mudas são produzidas sob condições controladas de temperatura, umidade, luminosidade e radiação, através da micro propagação por indução de ciclos de multiplicação in vitro, por meio de tecidos meristemáticos extraídos de plantas matrizes, rigorosamente selecionadas e testadas em relação às viroses.

Vantagens na utilização de mudas micropropagadas (Soluções Técnicas):

  • Mudas mais vigorosas e de alto valor genético;
  • Fácil manuseio e transporte;
  • Índice máximo de variação somaclonal 2%;
  • Mudas produzidas e documentadas, conforme normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA);
  • Produção de mudas em grande escala, em curto espaço de tempo, garantindo-se a quantidade e a frequência necessárias para atender a necessidade de plantio do produtor rural;
  • Uniformidade no desenvolvimento da muda, proporcionando também a uniformização de plantio e a sincronização da colheita;
  • Crescimento inicial mais rápido, reduzindo-se tratos culturais e o tempo de colheita;
  • Aumento de produção em cerca de 30%, quando comparado com o sistema convencional;
  • Mudas livres de pragas e doenças.

Soluções Técnicas e Comercialização

A Biotecnologia Vegetal comercializa mudas para todo o país. Isso tem possibilitado tanto a facilidade de acesso dos agricultores como a difusão aos locais mais longínquos do Brasil dos híbridos melhorados pela Embrapa, resistentes às principais pragas. Essa ação revela-se como importante contribuição à sustentabilidade de tantas regiões brasileiras que dependem fundamentalmente da produção de frutas afetadas drasticamente por pragas danosas.
  • Desenvolvida pela Embrapa Mandioca e Fruticultura. É um híbrido tetraplóide obtido a partir da “Pacovan”, grupo AAAB, pseudocaule muito vigoroso de cor verde escuro, com manchas escuras. O porte é alto, o cacho é mais ou menos cilíndrico com rabo limpo e coração mediano. Os frutos, grandes, muito quinados, são maiores que os da ‘”Pacovan”, terminam sob a forma de gargalo de garrafa e são mais doces. A cultivar é tolerante às Sigatokas amarela e negra e ao mal-do-Panamá.
  • É um híbrido tetraplóide, do grupo AAAB, tipo Prata, porte alto, criada na Embrapa Mandioca e Fruticultura. Apresenta a maioria de suas características, tanto de desenvolvimento quanto de rendimento, semelhantes as da cultivar“Pacovan” (mutante da Prata). Resistente às Sigatokas amarela e negra e ao mal-do-Panamá.
  • Híbrido tetraploide (AAAB), gerado pelo Programa de Melhoramento Genético da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Apresenta porte semelhante ao da “Pacovan” e possui a vantagem de ser resistente às Sigatokas amarela e negra, ao mal-do-panamá e à antracnose em pós-colheita.
  • Híbrido tetraploide (AAAB), gerado pelo Programa de Melhoramento Genético da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Apresenta a maioria de suas características, tanto de desenvolvimento quanto de rendimento, superiores a cultivar “Prata” e bastante semelhantes a cultivar “Pacovan”. Além disso, é superior a estas cultivares quanto à reação às doenças, sendo resistente à Sigatokaamarela e negra e ao mal-do-panamá.
  • Híbrido tetraploide (AAAB), gerado pela Embrapa. Apresenta porte semelhante ao da “Pacovan” e possui a vantagem de ser resistente às Sigatokas amarela e negra e ao mal-do-panamá.
  • Destaca-se por sua rusticidade e produtividade. Possui frutos maiores do que os tipo Prata e um pouco mais ácidos e com quinas, que permanecem mesmo após a maturação.
  • Híbrido de “Prata Anã” introduzido de Honduras foi selecionada pela Embrapa Mandioca e Fruticultura. É um tetraploide pertencente ao grupo AAAB, tendo como característica mais importante a resistência à Sigatoka-negra.
  • Também conhecido como “Enxerto”; planta vigorosa com grande potencial produtivo e resistente ao acamamento. Cultivar tipo Prata mais plantado no Brasil.

    SH 3640 (Prata Graúda): Planta vigorosa com grande potencial produtivo. Frutos grandes e sabor semelhante aos da cultivar “Prata”.

Híbrido tetraploide (AAAB) gerado na Embrapa Mandioca e Fruticultura, resultante do cruzamento da cultivar “Prata Anã” com o diplóide M53 (AA). Apresenta bom perfilhamento, porte médio e características, tanto de desenvolvimento quanto de rendimento semelhante aos da “Prata Anã”. Os frutos também se assemelham aos dessa cultivar em forma, tamanho e sabor, porém devem ser consumidos com a casca um pouco mais verde. Ela se diferencia da Prata Anã por ser resistente a Sigatoka-amarela e ao mal-do-Panamá. Apresenta boa produtividade.

  • Cultivar do grupo AAB, muito semelhante à “Mysore” com pseudocaule vigoroso, porte médio a alto de cor verde-avermelhado com manchas escuras. Apresenta as margens do pecíolo vermelhas. O cacho é praticamente cilíndrico. Os frutos variam de pequenos a médios, externamente semelhantes aos da “Maçã”, apresentam poucas quinas e sabor doce, mas quando consumidos antes do ponto ideal de consumo são adstringentes. A cultivar é resistente às sigatokas amarela e negra, ao mal-do-Panamá e à broca-do-rizoma.

Cultivar do grupo AAA, com pseudocaule delgado, porte médio a alto de cor verde-amarelo com manchas escuras e as folhas eretas. O cacho é praticamente cilíndrico. Os frutos curtos e grossos apresentam poucas quinas e são muito doces quando no ponto ideal de consumo. A cultivar é resistente às Sigatokas amarela e negra e ao mal-do-Panamá.

Seleção dentro do subgrupo “Cavendish”, também conhecida como “Banana d água”, apresentam frutos delgados, longos, encurvados, de cor amarelo-esverdeado ao amadurecer, com polpa muito doce e que são usados na exportação. Possui tolerância ao mal-do-Panamá.

A mais nobre para os brasileiros apresenta casca mais fina e polpa clara e suave, que lembra a maçã. Alcança excelentes preços no mercado. Susceptível ao mal-do-Panamá.

Gerado na Embrapa Mandioca e Fruticultura é híbrido tetraploide (AAAB), resultante da bananeira diploide M53 (AA) e a cultivar triploideYangambi n° 2 (AAB). Apresenta a maioria das suas características, tanto de desenvolvimento quanto de produtividade, semelhantes a cultivar “Maçã”, sua concorrente direta. Possui a vantagem de ser tolerante ao mal-do-Panamá, além de manter a resistência à Sigatoka-amarela presente na ‘”Maçã”.

Híbrido tetraploide (AAAB), gerado na Embrapa Mandioca e Fruticultura, resultante do cruzamento da variedade “Yangambi n° 2” com o diploide (AA)M53. Apresenta características, tanto no desenvolvimento quanto no rendimento, semelhantes às da cultivar “Maçã”. Resistente a Sigatoka-amarela e tolerante ao mal-do-Panamá.

Apresenta frutos grandes, com quinas proeminentes, que são consumidos cozidos ou fritos.

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