Empresa

A CAMPO é uma empresa Nipo-Brasileira com uma história intimamente relacionada ao desenvolvimento do Cerrado Brasileiro. Sua trajetória tem início em 1978, com a implantação do maior programa de desenvolvimento agrícola do país, o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados – PRODECER. A partir desta grande experiência, a CAMPO se tornou referência dentro e fora do Brasil, levando a tecnologia desenvolvida para países da América do Sul e Central, Ásia e África, além de novos projetos em diversos estados brasileiros  

No início dos anos 2000, se organizou a CAMPO Holding permitindo a criação de três novas empresas : a Campo Consultoria e Agronegócios, Campo Biotecnologia Vegetal e Campo Tecnologia Agrícola e Ambiental.

Missão Oferecer serviços e soluções ambientalmente sustentáveis ao desenvolvimento do agronegócio, com tecnologia de ponta, rentabilidade e respeito à sociedade, superando os interesses de clientes, acionistas e colaboradores.

Visão Ser reconhecida nacional e internacionalmente como empresa referência no fornecimento de soluções tecnológicas sustentáveis para a agricultura e o meio ambiente.

Valores Ética Transparência Eficiência Sustentabilidade Compromisso

Índice

Agosto de 1973 Julho de 1974 Setembro de 1974 Maio de 1975 Junho de 1975 Junho de 1976 Julho de 1976 Setembro de 1976 Outubro de 1977 Dezembro de 1977 Março de 1978 Maio de 1978 Setembro de 1978 Novembro de 1978

Um breve relato de fatos importantes que precederam a constituição da CAMPO.

Agosto de 1973

Envio de uma Missão Japonesa chefiada pelo Ministério da Agricultura, Floresta e Pescado Japão, com objetivo de pesquisar quanto à possibilidade de implementar um Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento Agrícola, diante da Crise de Petróleo e risco de Segurança Alimentar.

Julho de 1974

Pesquisa conjunta entre o Ministério da Agricultura do Brasil e a Embaixada do Japão quanto à possibilidade de desenvolvimento agrícola nos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso.

Setembro de 1974

Visita oficial do Premier japonês Kakuei Tanaka ao Brasil (Governo Geisel). Comunicado Conjunto Geisel/Tanaka – Protocolo de Intenções para o Desenvolvimento Agrícola do Cerrado.

Maio de 1975

Criação do “Comitê Nipo-Brasileiro de Cooperação para o Desenvolvimento Agrícola”, como organização vinculada ao “Comitê Nipo-Brasileiro de Cooperação Econômica” no âmbito de KEIDANREN (poderosa Confederação das Organizações Econômicas do Japão).

Junho de 1975

Visita oficial ao Brasil, do Ministro da Agricultura, Floresta e Pescado Japão, Mr.Kuraishi, a convite do então Ministro de Estado da Agricultura, Dr.Alysson Paolinelli.

Junho de 1976

Visita ao Japão do Assessor Especial do Ministro da Agricultura do Brasil, Dr.Valentini, para a discussão sobre o PRODECER.

Julho de 1976

Envio de Missão JICA para F/S(Feasibility Study) ao Brasil.

Setembro de 1976

Obtenção de acordos interministeriais do Japão para viabilização do empreendimento (Programa de Cooperação).

Visita oficial do Presidente Geisel ao Japão. Assinatura do R/D(Record of Discussions) que se caracterizou como escopo básico do empreendimento.

Outubro de 1977

Visita oficial do Sr.Ministro de Estado da Agricultura do Brasil, Dr.Alysson Paolinelli ao Japão. Assinatura do R/D – ratificação.

Dezembro de 1977

Constituição do “Comitê preparativo para criação da holding japonesa JADECO” no âmbito do “Comitê de Planejamento da Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento Agrícola”.

Março de 1978

Constituição da holding japonesa Japan-Brazil Agricultural Development Corporation – JADECO, com sede em Tóquio-Japão.

Maio de 1978

Visita da Missão Brasileira ao Japão, para firmar o “Acordo Básico de Joint Venture , com vistas à constituição de ADC (Agricultural Development Corporation).

Setembro de 1978

Constituição da holding brasileira Companhia Brasileira de Participação Agroindustrial – Brasagro.

Novembro de 1978

A CAMPO foi constituída através da associação de capitais das duas holding’s: a JADECO integrada 50% pela JICA (Japan International Cooperation Agency)   mais 48 empresas privadas japonesas e pela BRASAGRO integrada 60% pelo poder público mais 40% de iniciativas privadas brasileiras. Seu objetivo primordial inicial era exercer a coordenação geral da implementação do PRODECER.

Com o passar do tempo, através de preciosas experiências, avançadas tecnologias e relacionamentos de confiança acumulados ao longo dos anos de execução do PRODECER, a Campo passou a diversificar suas atividades, ampliando seu raio de ação no segmento agrícola, de tal forma a possibilitar pluralizar fontes de receitas, que até então, dependiam quase que exclusivamente das atividades relacionadas ao PRODECER. Estas diversificações de atividades relacionadas ao segmento agrícola, indiretamente, passaram a contribuir e beneficiar os participantes do PRODECER através da verticalização tecnológica.

A partir de abril de 2002, efetivou-se o desmembramento dos segmentos econômicos distintos: a CAMPO Holding organizou-se nos setores administrativos, PRODECER e Fazenda

Coromandel-MG e outras três empresas controladas e subsidiadas integralmente por ela foram criadas:

  1. Consultoria e Agronegócios;
  2. Centro de Biotecnologia Vegetal;
  3. Centro de Tecnologia Agrícola e Ambiental.

Emiliano Pereira Botelho, Sócio e CEO da CAMPO – Sob sua gestão, houve a expansão nacional e internacional das experiências do PRODECER, além da criação dos laboratórios de biotecnologia, consultoria e prestação de serviços de análises químicas. Antes de presidir a CAMPO, Emiliano foi Diretor Superintendente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu e Diretor Presidente da mesma; presidiu a Câmara Franco Brasileira de Cooperativismo; além da Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores do Vale do Paracatu – CREDIPROVALE. É formado em Contabilidade na Escola de Comércio Inconfidência Mineira. Emiliano foi condecorado com a Grande Medalha do Sol Nascente do Governo Imperial do Japão outorgada pelo Imperador do Japão (Tóquio, novembro de 2005), a Medalha do Mérito Cooperativo outorgado pela Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB (2001) e a Honra ao Mérito do Sindicato Rural de Unaí, MG (2007).

Mitsutoshi Akimoto, Diretor vice-presidente da CAMPO – Formado em Ciências Contábeis pelas Faculdades Integradas Marília em 1976 e pós-graduado em Comércio Exterior e Câmbio (2001) na FGV – Fundação Getúlio Vargas, foi Chefe da Seção de Suprimento da Cooperativa Agrícola de Cotia (Uraí-PR), Chefe do Departamento de Contabilidade na Cia. Industrial Paranaense de Rami – CIPRA (Uraí-PR) e em Vitória-ES foi Técnico Nível Superior Adjunto de Contabilidade na Companhia Siderúrgica de Tubarão – CST. Em 1980 iniciou seu trabalho na CAMPO, onde hoje ocupa o cargo de Vice-Presidente.

DIRETOR GERAL DA CAMPO – CENTRO DE TECNOLOGIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

Geraldo Jânio Eugênio de Oliveira Lima – Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa (1983). Mestre em Ciência do Solo – Solos e Nutrição de Plantas – pela Universidade Federal de Lavras (2001); MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (2003); Especialização em Meio Ambiente – Gestão Ambiental – pela Universidade FUMEC (2009).

Responsável pela implantação da CAMPO – Centro de Tecnologia Agrícola e Ambiental, unidade de prestação de serviços de análises e de consultoria da CAMPO em Paracatu – MG. Esta unidade administrativa da CAMPO é especializada nas áreas de fertilidade do solo, nutrição de plantas, qualidade e monitoramento ambiental. Como profissional, atua no gerenciamento técnico e administrativo do Centro e na coordenação de uma equipe de profissionais altamente especializada, formada por agrônomos, químicos, administradores e técnicos das áreas afins.

SÓCIO ADMINISTRADOR DA CAMPO CENTRO DE BIOTECNOLOGIA VEGETAL

John Everson Alcântara Vieira – Tecnólogo em Administração. Ingresso na CAMPO em 1984. De 1988/91 na função de Controle Patrimonial, de 1992/97 como Administrativo/Financeiro CEP-Biotec, de 1998/2008 como Chefe Divisão de Compras/Administrativo e de 2009/2012 como Chefe Divisão de Apoio Administrativo e Diretor Geral da CAMPO – Centro de Biotecnologia Vegetal.

MEMBROS DO CONSELHO CONSULTIVO DA CAMPO

Alysson Paolinelli – Engenheiro Agrônomo. Foi Secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Ministro de Estado da Agricultura, organizou e implantou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA e a Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural EMBRATER (1974 à 1979). Chefe da Delegação Brasileira na Conferência Mundial de Alimentos da FAO (1974 à 1979). Foi também, Presidente da Sociedade Mineira de Agricultura, Deputado Federal Constituinte e Presidente da Confederação Nacional de Agricultura do Brasil (1988 à 1990).

Em 1978/79 criou o PRODECER – Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados, dando origem a Companhia de Promoção Agrícola, a CAMPO, que executou 21 projetos de colonização agrícola no Cerrado fazendo a transferência de tecnologias geradas pela EMPRAPA, pelas universidades e pelos institutos e empresas estatuais de pesquisa.

Marcos Montes – Deputado Federal, médico e professor. Irmo Casavechia – Dirigente cooperativista e empresário rural. Shigeaki Ueki – Advogado e empresário. Shigeki Tsutsui – Advogado. Jorge Matsuda – Empresário. MEMBROS DO CONSELHO FISCAL DA CAMPO Classe “A” Titulares: Othon Antônio de Sá Pedreira – funcionário público. Ademar Campião -Advogado (solicitou afastamento em 31/12/2013); (vacância). Suplentes: Ruiter Luiz Andrade Pádua – Engenheiro Agrônomo e Dirigente Cooperativista. Iolanda Natividade de Sousa – Contadora e Empresária. Classe “B” Titulares: Jorge Hachiya Saeki – Advogado e Empresário. Eurípedes Tobias – Agricultor e bacharel em Direito. Suplentes: Dirceu Freitas Filho – Advogado. Luiz Carlos Ferreira – Analista de Sistemas.

Índice

Desafio Desenvolvimento Crescimento Sustentabilidade

Desafio

Nascida de uma parceria sólida entre os governos japonês e brasileiro, a Campo surgiu com o objetivo inicial de coordenar um projeto que mudaria a história da produção de grãos no país. A frente de seu tempo, a Companhia de Promoção Agrícola – Campo, recebeu o desafio de coordenar a implantação do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados – PRODECER, que possibilitou o assentamento de pequenos e médios produtores rurais, que organizados em cooperativas e apoiados em tecnologias desenvolvidas em parceria com a Embrapa e outros parceiros conseguiram fazer com que a região dos Cerrados, antes dona de um solo ácido e quase infértil, passasse a ser a principal produtora e exportadora de soja do Brasil.

Desenvolvimento

Além de transpor o obstáculo de fazer da terra do Cerrado um celeiro extremamente produtivo, o PRODECER trouxe desenvolvimento a regiões antes isoladas pela pobreza e qualidade de vida aos pequenos agricultores e suas famílias. A coordenação do programa deu tão certo que a empresa expandiu seus horizontes.

Crescimento

A experiência aliada às ideias inovadoras para a agricultura permitiu que a Campo se organizasse em outras três empresas: a Campo Consultoria e Agronegócios, Campo Biotecnologia Vegetal e Campo Tecnologia Agrícola e Ambiental. Com foco empresarial e munida de profissionais especializados nas mais diversas áreas a Campo passa a prestar serviços de análise de solo, água, folhas, produzir e fornecer mudas de plantas resistentes a pragas, assessorar e implementar projetos com base em dados de geoprocessamento, topografia, irrigação e drenagem e meio ambiente, etc.

Sustentabilidade

A empresa cresceu, se estabeleceu no mercado, conquistou grandes clientes e teve sempre em mente a busca pelo desenvolvimento sustentável, através de ações responsáveis. Desde o PRODECER a Campo alertou os agricultores para todo tipo de danos que poderiam estar causando à natureza, manteve 20% da área total como reserva legal, além de utilizar métodos como curvas de nível, a rotação de culturas e a conservação dos solos pelo sistema de micro bacias hidrográficas, propiciando a utilização das terras por várias gerações.