Empresa

A CAMPO foi fundada em 1978 com o objetivo de desenvolver o potencial agrícola da região do Cerrado brasileiro.

Em seus mais de 30 anos de atividade tem sido uma das empresas responsáveis pelo crescimento da agricultura no Cerrado do Brasil e parte da América Latina e África. Este crescimento se dá através do desenvolvimento de projetos que visam o aumento da produção de grãos, sem perder de vista as preocupantes questões da segurança alimentar e da preservação do meio ambiente.

Para saber mais sobre como trabalhamos e como planejamos nosso futuro acesse “Missão e Visão.

Visite também a guia “PRODECER” para conhecer e tirar dúvidas sobre o maior projeto de desenvolvimento da região do Cerrado já realizado no país.

Conheça ainda as áreas em que a CAMPO se divide e suas respectivas atividades.

Bem vindo à CAMPO, nós colocamos nossos serviços e experiência em suas terras.

Missão Oferecer serviços e soluções ambientalmente sustentáveis ao desenvolvimento do agronegócio, com tecnologia de ponta, rentabilidade e respeito à sociedade, superando os interesses de clientes, acionistas e colaboradores.Visão Ser reconhecida nacional e internacionalmente como empresa referência no fornecimento de soluções tecnológicas sustentáveis para a agricultura e o meio ambiente.Valores Ética Transparência Eficiência Sustentabilidade Compromisso

Agosto de 1973

Envio de uma Missão Japonesa chefiada pelo Ministério da Agricultura, Floresta e Pescado Japão, com objetivo de pesquisar quanto à possibilidade de implementar um Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento Agrícola, diante da Crise de Petróleo e risco de Segurança Alimentar.

Julho de 1974

Pesquisa conjunta entre o Ministério da Agricultura do Brasil e a Embaixada do Japão quanto à possibilidade de desenvolvimento agrícola nos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso.

Setembro de 1974

Visita oficial do Premier japonês Kakuei Tanaka ao Brasil (Governo Geisel). Comunicado Conjunto Geisel/Tanaka – Protocolo de Intenções para o Desenvolvimento Agrícola do Cerrado.

Maio de 1975

Criação do “Comitê Nipo-Brasileiro de Cooperação para o Desenvolvimento Agrícola”, como organização vinculada ao “Comitê Nipo-Brasileiro de Cooperação Econômica” no âmbito de KEIDANREN (poderosa Confederação das Organizações Econômicas do Japão).

Junho de 1975

Visita oficial ao Brasil, do Ministro da Agricultura, Floresta e Pescado Japão, Mr.Kuraishi, a convite do então Ministro de Estado da Agricultura, Dr.Alysson Paolinelli.

Junho de 1976

Visita ao Japão do Assessor Especial do Ministro da Agricultura do Brasil, Dr.Valentini, para a discussão sobre o PRODECER.

Julho de 1976

Envio de Missão JICA para F/S(Feasibility Study) ao Brasil.

Setembro de 1976

Obtenção de acordos interministeriais do Japão para viabilização do empreendimento (Programa de Cooperação).

Visita oficial do Presidente Geisel ao Japão. Assinatura do R/D(Record of Discussions) que se caracterizou como escopo básico do empreendimento.

Outubro de 1977

Visita oficial do Sr.Ministro de Estado da Agricultura do Brasil, Dr.Alysson Paolinelli ao Japão. Assinatura do R/D – ratificação.

Dezembro de 1977

Constituição do “Comitê preparativo para criação da holding japonesa JADECO” no âmbito do “Comitê de Planejamento da Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento Agrícola”.

Março de 1978

Constituição da holding japonesa Japan-Brazil Agricultural Development Corporation - JADECO, com sede em Tóquio-Japão.

Maio de 1978

Visita da Missão Brasileira ao Japão, para firmar o “Acordo Básico de Joint Venture , com vistas à constituição de ADC (Agricultural Development Corporation).

Setembro de 1978

Constituição da holding brasileira Companhia Brasileira de Participação Agroindustrial – Brasagro.

Novembro de 1978

A CAMPO foi constituída através da associação de capitais das duas holding’s: a JADECO integrada 50% pela JICA (Japan International Cooperation Agency)   mais 48 empresas privadas japonesas e pela BRASAGRO integrada 60% pelo poder público mais 40% de iniciativas privadas brasileiras. Seu objetivo primordial inicial era exercer a coordenação geral da implementação do PRODECER.

Com o passar do tempo, através de preciosas experiências, avançadas tecnologias e relacionamentos de confiança acumulados ao longo dos anos de execução do PRODECER, a Campo passou a diversificar suas atividades, ampliando seu raio de ação no segmento agrícola, de tal forma a possibilitar pluralizar fontes de receitas, que até então, dependiam quase que exclusivamente das atividades relacionadas ao PRODECER. Estas diversificações de atividades relacionadas ao segmento agrícola, indiretamente, passaram a contribuir e beneficiar os participantes do PRODECER através da verticalização tecnológica.

A partir de abril de 2002, efetivou-se o desmembramento dos segmentos econômicos distintos: a CAMPO Holding organizou-se nos setores administrativos, PRODECER e Fazenda

Coromandel-MG e outras três empresas controladas e subsidiadas integralmente por ela foram criadas:

  1. Consultoria e Agronegócios;
  2. Centro de Biotecnologia Vegetal;
  3. Centro de Tecnologia Agrícola e Ambiental.

Após 30 anos de atuação, a CAMPO hoje desenvolve trabalhos em quase todos os estados brasileiros e no exterior (Equador, Venezuela, Indonésia, Moçambique e Angola).

DIRETOR PRESIDENTE DA CAMPO

Emiliano Pereira Botelho – Formado em contabilidade na Escola de Comércio Inconfidência Mineira – MG em 1969. Condecorado com a Grande Medalha do Sol Nascente do Governo Imperial do Japão outorgada pelo Imperador do Japão (Tóquio, novembro de 2005), a Medalha do Mérito Cooperativo outorgado pela Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB (2001) e a Honra ao Mérito do Sindicato Rural de Unaí, MG (2007).

Dedicou-se com afinco ao movimento cooperativista como Diretor Superintendente da Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu (1985 à 1988) e logo como Diretor Presidente até 1992, Presidente da Câmara Franco Brasileira de Cooperativismo (1989 à 1992) e Presidente da Cooperativa de Crédito Rural dos Produtores do Vale do Paracatu – CREDIPROVALE (1998 à 1996).

Em 1992 foi convidado a assumir a presidência da Campo–Companhia de Promoção Agrícola em Brasília-DF, atuando na mesma função atualmente.Como presidente tem incentivado as atividades de promoção agrícola; assistência, treinamento e capacitação técnica de produtores, tal como a expansão nacional e internacional das experiências do PRODECER. Sob sua direção as áreas de atuação expandiram para biotecnologia, consultoria e prestação de serviços de análises químicas, estabelecendo o Grupo Campo, hoje chamado CAMPO.

DIRETOR VICE-PRESIDENTE DA CAMPO

Mitsutoshi Akimoto – Formado em Ciências Contábeis pelas Faculdades Integradas Marília em 1976 e pós-graduado em Comércio Exterior e Câmbio (2001) na FGV – Fundação Getúlio Vargas, foi Chefe da Seção de Suprimento da Cooperativa Agrícola de Cotia (Uraí-PR), Chefe do Departamento de Contabilidade na Cia. Industrial Paranaense de Rami – CIPRA (Uraí-PR) e em Vitória-ES foi Técnico Nível Superior Adjunto de Contabilidade na Companhia Siderúrgica de Tubarão – CST.

Em 1980 iniciou seu trabalho na CAMPO, onde hoje ocupa o cargo de Vice-Presidente.

DIRETOR GERAL DA CAMPO CONSULTORIA E AGRONEGÓCIOS

Álvaro Luiz Orioli – Diretor Geral da CAMPO – Consultoria e Agronegócios Ltda., Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1976). Curso de Pós-Graduação: Elaboração, Avaliação e Análise de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas em 2001. CREA 1.682/D-GO.

Iniciou as atividades na CAMPO em março 1986. Desde 2002 é Diretor Geral da CAMPO – Consultoria e Agronegócios Ltda. assumindo a coordenação técnico-administrativa de programas e projetos de consultoria e assessoria técnica especializada de promoção e desenvolvimento agrícola.

Sob a sua direção, a CAMPO deu início a internacionalização na prestação de serviços especializados de consultoria no segmento agrícola com a participação no Projeto Carvão Moatize, Província de Tete, Moçambique para a Companhia Vale do Rio Doce Moçambique. Desde 2007 dirige uma equipe de consultoria e assessoria técnica especializada em dois projetos de desenvolvimento agrário-socialista na Venezuela (Projeto Agrário Socialista Planície de Maracaibo PASPM e Projeto Agrário Integral Socialista Jose Ignácio de Abreu e Lima). Em 2011 levou a CAMPO em Angola, através da parceria com a Construtora Norberto Odebrecht para a elaboração de um Masterplan.

DIRETOR GERAL DA CAMPO – CENTRO DE TECNOLOGIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

Geraldo Jânio Eugênio de Oliveira Lima – Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa (1983). Mestre em Ciência do Solo – Solos e Nutrição de Plantas – pela Universidade Federal de Lavras (2001); MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (2003); Especialização em Meio Ambiente – Gestão Ambiental – pela Universidade FUMEC (2009).

Responsável pela implantação da CAMPO – Centro de Tecnologia Agrícola e Ambiental, unidade de prestação de serviços de análises e de consultoria da CAMPO em Paracatu – MG. Esta unidade administrativa da CAMPO é especializada nas áreas de fertilidade do solo, nutrição de plantas, qualidade e monitoramento ambiental. Como profissional, atua no gerenciamento técnico e administrativo do Centro e na coordenação de uma equipe de profissionais altamente especializada, formada por agrônomos, químicos, administradores e técnicos das áreas afins.

SÓCIO ADMINISTRADOR DA CAMPO CENTRO DE BIOTECNOLOGIA VEGETAL

John Everson Alcântara Vieira – Tecnólogo em Administração. Ingresso na CAMPO em 1984. De 1988/91 na função de Controle Patrimonial, de 1992/97 como Administrativo/Financeiro CEP-Biotec, de 1998/2008 como Chefe Divisão de Compras/Administrativo e de 2009/2012 como Chefe Divisão de Apoio Administrativo e Diretor Geral da CAMPO – Centro de Biotecnologia Vegetal.

MEMBROS DO CONSELHO CONSULTIVO DA CAMPO

Alysson Paolinelli – Engenheiro Agrônomo. Foi Secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Ministro de Estado da Agricultura, organizou e implantou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA e a Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural EMBRATER (1974 à 1979). Chefe da Delegação Brasileira na Conferência Mundial de Alimentos da FAO (1974 à 1979). Foi também, Presidente da Sociedade Mineira de Agricultura, Deputado Federal Constituinte e Presidente da Confederação Nacional de Agricultura do Brasil (1988 à 1990).

Em 1978/79 criou o PRODECER – Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados, dando origem a Companhia de Promoção Agrícola, a CAMPO, que executou 21 projetos de colonização agrícola no Cerrado fazendo a transferência de tecnologias geradas pela EMPRAPA, pelas universidades e pelos institutos e empresas estatuais de pesquisa.

Marcos Montes – Deputado Federal, médico e professor. Irmo Casavechia – Dirigente cooperativista e empresário rural. Shigeaki Ueki – Advogado e empresário. Shigeki Tsutsui – Advogado. Jorge Matsuda – Empresário. MEMBROS DO CONSELHO FISCAL DA CAMPO Classe “A” Titulares: Othon Antônio de Sá Pedreira – funcionário público. Ademar Campião -Advogado (solicitou afastamento em 31/12/2013); (vacância). Suplentes: Ruiter Luiz Andrade Pádua – Engenheiro Agrônomo e Dirigente Cooperativista. Iolanda Natividade de Sousa – Contadora e Empresária. Classe “B” Titulares: Jorge Hachiya Saeki – Advogado e Empresário. Eurípedes Tobias – Agricultor e bacharel em Direito. Suplentes: Dirceu Freitas Filho – Advogado. Luiz Carlos Ferreira – Analista de Sistemas.

Índice

Desafio Desenvolvimento Crescimento Sustentabilidade Desafio

Nascida de uma parceria sólida entre os governos japonês e brasileiro, a Campo surgiu com o objetivo inicial de coordenar um projeto que mudaria a história da produção de grãos no país. A frente de seu tempo, a Companhia de Promoção Agrícola – Campo, recebeu o desafio de coordenar a implantação do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados – PRODECER, que possibilitou o assentamento de pequenos e médios produtores rurais, que organizados em cooperativas e apoiados em tecnologias desenvolvidas em parceria com a Embrapa e outros parceiros conseguiram fazer com que a região dos Cerrados, antes dona de um solo ácido e quase infértil, passasse a ser a principal produtora e exportadora de soja do Brasil.

Desenvolvimento

Além de transpor o obstáculo de fazer da terra do Cerrado um celeiro extremamente produtivo, o PRODECER trouxe desenvolvimento a regiões antes isoladas pela pobreza e qualidade de vida aos pequenos agricultores e suas famílias. A coordenação do programa deu tão certo que a empresa expandiu seus horizontes.

Crescimento

A experiência aliada às ideias inovadoras para a agricultura permitiu que a Campo se organizasse em outras três empresas: a Campo Consultoria e Agronegócios, Campo Biotecnologia Vegetal e Campo Tecnologia Agrícola e Ambiental. Com foco empresarial e munida de profissionais especializados nas mais diversas áreas a Campo passa a prestar serviços de análise de solo, água, folhas, produzir e fornecer mudas de plantas resistentes a pragas, assessorar e implementar projetos com base em dados de geoprocessamento, topografia, irrigação e drenagem e meio ambiente, etc.

Sustentabilidade

A empresa cresceu, se estabeleceu no mercado, conquistou grandes clientes e teve sempre em mente a busca pelo desenvolvimento sustentável, através de ações responsáveis. Desde o PRODECER a Campo alertou os agricultores para todo tipo de danos que poderiam estar causando à natureza, manteve 20% da área total como reserva legal, além de utilizar métodos como curvas de nível, a rotação de culturas e a conservação dos solos pelo sistema de micro bacias hidrográficas, propiciando a utilização das terras por várias gerações.